És
bela a epopéia proferida
Que
dita o acontecido profanado
Que
ouve o dito profano amargurado
Pelo
amor da sua amada prometida
Quantos
séculos terão que aferir
Para
saber se seu amor irei ganhar
Se
para tanto, minha adorada, eu partir
Pruma
guerra que, sei lá, irei ganhar
Mas
discordo destes pensamentos meus
Que
insiste em me ludibriar
Pois
tirano é eu me acovardar
E
acreditar que nada mais valeu
Tenho
um coração um tanto comedido
Se
valente ele insiste em não ser
Minha
espada cravarei em meu coração
E
sem ele amar-te-ei até morrer
Leandro
Coimbra, 11/02/2012
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