domingo, 13 de outubro de 2013

Epopéia

És bela a epopéia proferida
Que dita o acontecido profanado
Que ouve o dito profano amargurado
Pelo amor da sua amada prometida


Quantos séculos terão que aferir
Para saber se seu amor irei ganhar
Se para tanto, minha adorada, eu partir
Pruma guerra que, sei lá, irei ganhar


Mas discordo destes pensamentos meus
Que insiste em me ludibriar
Pois tirano é eu me acovardar
E acreditar que nada mais valeu


Tenho um coração um tanto comedido
Se valente ele insiste em não ser
Minha espada cravarei em meu coração
E sem ele amar-te-ei até morrer



          Leandro Coimbra, 11/02/2012



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